Informe a localização e o consumo, e dizemos a potência, a quantidade de painéis e quanto vai gerar por ano. Com dados reais de irradiação, não com médias de tabela.
O consumo mensal vira consumo anual e é dividido pela geração que um kWp instalado produz naquela localização durante um ano. Esse dado não é uma estimativa nossa: vem do PVGIS, o sistema da Comissão Europeia com dados meteorológicos de satélite reais por coordenada.
Depois a potência vira quantidade de painéis conforme a potência de cada um, arredondando para cima. A geração final é calculada sobre os painéis que entram inteiros, que é o que realmente será instalado.
É um dimensionamento inicial, não um projeto. Não olha as sombras do telhado, nem a orientação real, nem o espaço disponível, nem o quadro elétrico. Duas casas com o mesmo consumo na mesma cidade podem precisar de instalações diferentes.
Também não contempla a norma de conexão de cada distribuidora, que pode limitar a potência autorizada para injeção. Para isso é necessário um levantamento no local.
Depende do consumo e de quanto sol bate no telhado. Uma casa de 500 kWh por mês no Sudeste precisa de cerca de 3,3 kWp, que com painéis de 550 W são 6 painéis. A mesma casa no Sul precisa de mais, e no Nordeste de menos: por isso a calculadora pede a localidade em vez de usar uma média nacional.
Entre 3 e 4,5 kWp conforme a região. A conta é o consumo anual (500 × 12 = 6.000 kWh) dividido pelo que um kWp instalado gera naquela localidade em um ano, que fica em torno de 1.400 kWh no Sul e 1.800 no Nordeste.
Um painel de 550 W no Brasil gera entre 750 e 1.000 kWh por ano conforme o estado e a orientação. Não é um número fixo do painel: é a irradiação do local multiplicada pela potência, menos as perdas do sistema.
Um painel de 550 W mede cerca de 2,3 metros por 1,13, ou seja uns 2,6 m². Para 6 painéis são necessários cerca de 16 m² de telhado livre, e na prática um pouco mais por causa do espaçamento entre fileiras e do acesso para manutenção.
Não. Ele dimensiona uma instalação conectada à rede, onde o excedente do dia é injetado e compensado contra o que se consome à noite. Um sistema com baterias se calcula de outro jeito, porque o consumo noturno precisa ser coberto por armazenamento e não pela rede.
Do PVGIS, o sistema da Comissão Europeia com dados meteorológicos de satélite reais por coordenada. É a mesma fonte usada pelo cálculo de produção dos projetos dentro do Gestão Solar, não uma tabela de médias.